quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Mokolé



    Esses dragões tornam-se excessivamente grandes e de susa bocas lançam um hálito dos mais pestilentos, como o fumo espesso que se ergue do fogo. À hora predestinada, eles se reúnem e, desenvolvendo asas, começam a ascender em pleno ar. Então, graças ao bom discernimento de Deus, por serem tão pesados, eles caem em um rio que nasce no Paraíso e aí perecem inteiramente. Todos aqueles que habitam as redondezas assistiem à temporada dos dragões e, ao verem um deles cair, ainda esperam por setenta dias. Então, descem e encontram os ossos nus do dragão, para poderem pegar o carbúnculo que está enraizado na fronte do mesmo.
--- Jordanus, The Wonders of the East.



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